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Manual Prático do Amor

Aula 5: Cuidado com o ranço nos relacionamentos

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Estamos confusos em relação ao amor. Quem disse que o amor precisa ser pesado e sofrido? Muito pelo contrário. O amor é leve, é companheiro, é dinâmico e fluído. Amar o outro é aceita-lo como uma pessoa feita de qualidades e defeitos, como qualquer ser humano. É entender que você pode amar alguém, mesmo que ele não faça tudo que você quer ou do seu jeito.

Só podemos amar outra pessoa quando conseguimos amar a nós mesmos e isso só acontece quando nos conhecemos.

O inglês Clive Staples Lewis diz que não existe investimento seguro. Amar é ser vulnerável. Ame qualquer coisa e seu coração certamente se retorcerá e possivelmente será partido.

 

Se você quiser conservá-lo intacto, não o dê a ninguém, nem mesmo a um animal. Mantenha-o cercado apenas por passatempos e pequenos luxos; evite todo tipo de emaranhamento; tranque-o cuidadosamente no túmulo do seu egoísmo. Mas nesse túmulo – seguro, sombrio, imóvel, abafado – seu coração mudará. Ele não poderá ser partido; será inquebrável, impenetrável, irredimível. A alternativa à tragédia, ou ao perigo de tragédia, é a danação. O único lugar além do Paraíso onde você pode se manter longe dos perigos e das perturbações do amor é o Inferno.

Louis de Bernières escreve no romance britânico Corelli’sMandolin que o amor é uma loucura temporária. Ele surge como um terremoto e então se acalma. E quando ele se acalma, você tem que tomar uma decisão. Você tem que descobrir se suas raízes se tornaram tão interligadas que é inconcebível separá-las. Porque isso é o que é o amor. O amor não é o não conseguir respirar, não é a excitação, não é a promulgação das promessas de paixão eterna. Isso é apenas ‘estar apaixonado’, algo do qual qualquer um de nós pode se convencer de ‘estar’. O amor em si é o que sobra quando estar apaixonado já se dissolveu, e isso é igualmente uma arte e um fortuito incidente.

A escritora Carolina Vila Nova diz que amor-próprio, de verdade, é o aceitar-se como se é, com todos os defeitos, falhas e passado que se carrega. É poder olhar no espelho e para a própria vida e viver da melhor forma, sem lamentações e julgamentos. Como atraímos para nossas vidas sempre um reflexo do que somos, só assim o amor verdadeiro também chega. E talvez fique ou não. E o não ficar também faz parte da verdade deste amor.

 

Quando me aceito, eu me amo, aceitando a vida exatamente como ela é e como ela acontece, também aceito que um grande amor vá embora. Aceito que este amor seja feliz em outro lugar e com outro alguém. Quando amo de verdade, só espero que meu amor seja feliz. É tão real a minha intenção, que assim me permito que um novo amor chegue. E que este talvez agora fique ao meu lado.

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